Seis problemas no time bicolor
Dois dias antes do confronto com o São Raimundo, em Santarém, pela última rodada da Taça Cidade de Belém, a bruxa resolveu dar as caras na Curuzu. Seis jogadores passaram a ser dúvidas para o jogo de amanhã: o zagueiro Paulão, os meias Eanes e Sandro e os atacantes Didi, Luciano Dias e Enílton ainda precisam da palavra final do departamento médico para serem liberados. Hoje, o técnico Luís Carlos Barbieri faz o treino final para definir quem viaja para o interior do Estado.
O meia Eanes deixou o treino de ontem de manhã com uma contratura lombar e teve que contar com a ajuda dos companheiros para sair do campo. Já Sandro sente a panturrilha desde o jogo com o Potyguar-RN e o volante deve passar por um exame de ressonância magnética. Entre os atacantes, quem mais preocupa é Luciano Dias. O jogador havia deixado a 'enfermaria' do clube há poucos dias e voltou a sentir a coxa esquerda ontem, um dia depois de treinar normalmente. Didi e Enílton também tiveram problemas, mas devem treinar normalmente hoje.
No entanto, quem mais preocupa é o zagueiro Paulão. Ele está com um edema na coxa esquerda e o pouco tempo para uma recuperação pode tirá-lo da partida. 'É dele o caso que mais preocupa, mesmo o exame não tendo nada de mais sério. No entanto, o jogo está muito próximo. Se a partida fosse na próxima quarta-feira, por exemplo, ele provavelmente estaria pronto. Mas, para esse domingo, é incerto afirmar alguma coisa. Vamos ter uma posição final após a avaliação de amanhã (hoje)', explicou o fisioterapeuta Júnior Furtado.
Para Didi, uma interrupção da sequência de jogos seria um passo atrás. O jogador já vinha de boas atuações, sendo que contra o Leão do Seridó, ele teve sua melhor atuação com a camisa bicolor e fez seu primeiro gol. Ele se mostrou bastante otimista com a possibilidade de ser liberado e poder se fixar como titular do ataque do Paysandu.
'O exame não deu nada e estou otimista. Estou com o mínimo de dor, mas tenho que esperar pelo treino de amanhã (hoje). Espero que dê tudo certo porque é um jogo importante. Vou ajudar o máximo que puder. Mesmo quem sente dores quer ir para essa partida', confirmou Didi.
Thiago e Álvaro elogiam torcida e esperam liberação para assinar
Os dois destaques do Potyguar-RN contratados pelo Papão, o meia Thiago Potiguar e o lateral esquerdo Álvaro, devem assinar com o clube ainda hoje.
'Oportunidades como essas não surgem sempre', afirma Thiago Potiguar. 'Estou muito feliz por mim e pelo Álvaro. Sempre vi o Paysandu pela tevê, gostei demais da torcida, pelo que vi, e espero fazer um bom campeonato aqui. Quando estava no Potyguar, a torcida nos apoiou bastante quando saímos de campo e eles também disseram que gostariam de nos ver aqui', completa o jogador de 24 anos, que agora espera a liberação da federação potiguar para começar a treinar na equipe.
Álvaro, 21, foi um dos melhores em campo na quarta-feira e se destacou pela garra e pelo jogo viril. E, mesmo sabendo do acerto com o Papão, ele não aliviou a barra dos futuros colegas. 'O que chamou a atenção do Paysandu foi essa minha característica (da garra e do jogo viril), então não poderia mudar. Sempre entro em campo com muita vontade de jogar', explicou o jogador.
A dupla não teme a cobrança da Fiel. 'Em todo canto, há cobrança', afirmou Thiago. 'O torcedor nos cobrava porque sabe que há um bom time aqui. Nós, que chegamos agora, temos que ter o mesmo espírito, pois defenderemos uma importante camisa', completou o lateral Álvaro.
Incerteza - No dia em que o meia Bruno Agnello soube que não foi aprovado nos testes que fez na Curuzu e o zagueiro André Rancharia acertou sua rescisão, o armador Nildo, último contratado pelo Papão, falou sobre as expectativas de vir para a Curuzu. Aos 34 anos, ele, cuja última atuação como profissional deu-se em 2008, pelo Treze-PB, garante que está bem fisicamente, além de dar uma semana de treinos para trabalhar com bola, ao lado dos demais companheiros. 'As dificuldades existirão, mas vou me esforçar para superá-las', avisou o meio-campista.
Nildo, que deve chegar segunda-feira a Belém, só precisa assinar contrato para se dizer jogador do Paysandu. 'Sinceramente, conheço muito pouco (do futebol paraense)', afirma. 'Conheço Samir (do Remo), Sandro Goiano e Didi. Todos de ver jogar. Mas, rapidamente, a gente se entrosa. O futebol é assim.'
Fonte: Jornal Amazônia
O meia Eanes deixou o treino de ontem de manhã com uma contratura lombar e teve que contar com a ajuda dos companheiros para sair do campo. Já Sandro sente a panturrilha desde o jogo com o Potyguar-RN e o volante deve passar por um exame de ressonância magnética. Entre os atacantes, quem mais preocupa é Luciano Dias. O jogador havia deixado a 'enfermaria' do clube há poucos dias e voltou a sentir a coxa esquerda ontem, um dia depois de treinar normalmente. Didi e Enílton também tiveram problemas, mas devem treinar normalmente hoje.
No entanto, quem mais preocupa é o zagueiro Paulão. Ele está com um edema na coxa esquerda e o pouco tempo para uma recuperação pode tirá-lo da partida. 'É dele o caso que mais preocupa, mesmo o exame não tendo nada de mais sério. No entanto, o jogo está muito próximo. Se a partida fosse na próxima quarta-feira, por exemplo, ele provavelmente estaria pronto. Mas, para esse domingo, é incerto afirmar alguma coisa. Vamos ter uma posição final após a avaliação de amanhã (hoje)', explicou o fisioterapeuta Júnior Furtado.
Para Didi, uma interrupção da sequência de jogos seria um passo atrás. O jogador já vinha de boas atuações, sendo que contra o Leão do Seridó, ele teve sua melhor atuação com a camisa bicolor e fez seu primeiro gol. Ele se mostrou bastante otimista com a possibilidade de ser liberado e poder se fixar como titular do ataque do Paysandu.
'O exame não deu nada e estou otimista. Estou com o mínimo de dor, mas tenho que esperar pelo treino de amanhã (hoje). Espero que dê tudo certo porque é um jogo importante. Vou ajudar o máximo que puder. Mesmo quem sente dores quer ir para essa partida', confirmou Didi.
Thiago e Álvaro elogiam torcida e esperam liberação para assinar
Os dois destaques do Potyguar-RN contratados pelo Papão, o meia Thiago Potiguar e o lateral esquerdo Álvaro, devem assinar com o clube ainda hoje.
'Oportunidades como essas não surgem sempre', afirma Thiago Potiguar. 'Estou muito feliz por mim e pelo Álvaro. Sempre vi o Paysandu pela tevê, gostei demais da torcida, pelo que vi, e espero fazer um bom campeonato aqui. Quando estava no Potyguar, a torcida nos apoiou bastante quando saímos de campo e eles também disseram que gostariam de nos ver aqui', completa o jogador de 24 anos, que agora espera a liberação da federação potiguar para começar a treinar na equipe.
Álvaro, 21, foi um dos melhores em campo na quarta-feira e se destacou pela garra e pelo jogo viril. E, mesmo sabendo do acerto com o Papão, ele não aliviou a barra dos futuros colegas. 'O que chamou a atenção do Paysandu foi essa minha característica (da garra e do jogo viril), então não poderia mudar. Sempre entro em campo com muita vontade de jogar', explicou o jogador.
A dupla não teme a cobrança da Fiel. 'Em todo canto, há cobrança', afirmou Thiago. 'O torcedor nos cobrava porque sabe que há um bom time aqui. Nós, que chegamos agora, temos que ter o mesmo espírito, pois defenderemos uma importante camisa', completou o lateral Álvaro.
Incerteza - No dia em que o meia Bruno Agnello soube que não foi aprovado nos testes que fez na Curuzu e o zagueiro André Rancharia acertou sua rescisão, o armador Nildo, último contratado pelo Papão, falou sobre as expectativas de vir para a Curuzu. Aos 34 anos, ele, cuja última atuação como profissional deu-se em 2008, pelo Treze-PB, garante que está bem fisicamente, além de dar uma semana de treinos para trabalhar com bola, ao lado dos demais companheiros. 'As dificuldades existirão, mas vou me esforçar para superá-las', avisou o meio-campista.
Nildo, que deve chegar segunda-feira a Belém, só precisa assinar contrato para se dizer jogador do Paysandu. 'Sinceramente, conheço muito pouco (do futebol paraense)', afirma. 'Conheço Samir (do Remo), Sandro Goiano e Didi. Todos de ver jogar. Mas, rapidamente, a gente se entrosa. O futebol é assim.'
Fonte: Jornal Amazônia
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