3ª rodada do estadual destaca amadorismo
Quase uma vergonha. A terceira rodada da primeira fase do Campeonato Paraense 2010 tem início hoje com o Sport Belém enfrentando o Ananindeua a partir das 15h30, no estádio Leônidas Castro, a Curuzu, enquanto que Vila Rica e Cametá se encontram às 20h, no Parque do Bacurau, em Cametá. Mesmo em seu começo, a competição organizada pela Federação Paraense de Futebol (FPF) já mostra sinais de mazela.
A cada rodada do Estadual, sempre surgem indefinições na tabela da competição. Seja por data, hora ou local das partidas, as mudanças, nesse que é um campeonato de futebol profissional, vêm sendo a tônica da primeira fase. Isso porque, alguns clubes “barriga de aluguel” vão levando a competição aos trancos e barrancos, casos do Sport Belém e Bragantino, por exemplo, que se arrastam sem ter estádios próprios para mandar seus jogos.
E tem mais. Seria cômico se não fosse trágico, mas no último jogo entre Ananindeua e Tuna Luso, os gandulas da partida tiveram que funcionar, também, como maqueiros. Resta saber se ganharam algum acréscimo em seus salários por isso... Já no embate entre Time Negra-Kyikatejé e Bragantino, faltou maca e até esparadrapo para o jogador Chicão, que ficou em campo mesmo com sangramentos.
Irresponsabilidade dos gestores do futebol paraense ou falta de comprometimento dos clubes? A única certeza que se tem é a de que há anos a bola rola nos campos do Paraense em condições precárias, e um joga a responsabilidade para cima do outro, sem que o torcedor realmente ganhe com um bom espetáculo dentro das quatro linhas e os jogadores tenham segurança para exercer a sua profissão.
Voltando para os duelos, o Ananindeua quer a terceira vitória consecutiva no Parazão. “Montamos um grupo em cima da hora e o entrosamento só vai ocorrer com os jogos e com as vitórias”, disse o técnico Valter Lima. Já o Sport tem apenas um ponto no torneio e quer “engrossar o caldo” para cima da Tartaruga. Do outro lado, Cametá e Vila Rica se encontram depois da fusão na temporada passada.
Fonte: Diário do Pará
A cada rodada do Estadual, sempre surgem indefinições na tabela da competição. Seja por data, hora ou local das partidas, as mudanças, nesse que é um campeonato de futebol profissional, vêm sendo a tônica da primeira fase. Isso porque, alguns clubes “barriga de aluguel” vão levando a competição aos trancos e barrancos, casos do Sport Belém e Bragantino, por exemplo, que se arrastam sem ter estádios próprios para mandar seus jogos.
E tem mais. Seria cômico se não fosse trágico, mas no último jogo entre Ananindeua e Tuna Luso, os gandulas da partida tiveram que funcionar, também, como maqueiros. Resta saber se ganharam algum acréscimo em seus salários por isso... Já no embate entre Time Negra-Kyikatejé e Bragantino, faltou maca e até esparadrapo para o jogador Chicão, que ficou em campo mesmo com sangramentos.
Irresponsabilidade dos gestores do futebol paraense ou falta de comprometimento dos clubes? A única certeza que se tem é a de que há anos a bola rola nos campos do Paraense em condições precárias, e um joga a responsabilidade para cima do outro, sem que o torcedor realmente ganhe com um bom espetáculo dentro das quatro linhas e os jogadores tenham segurança para exercer a sua profissão.
Voltando para os duelos, o Ananindeua quer a terceira vitória consecutiva no Parazão. “Montamos um grupo em cima da hora e o entrosamento só vai ocorrer com os jogos e com as vitórias”, disse o técnico Valter Lima. Já o Sport tem apenas um ponto no torneio e quer “engrossar o caldo” para cima da Tartaruga. Do outro lado, Cametá e Vila Rica se encontram depois da fusão na temporada passada.
Fonte: Diário do Pará
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