Leão esta sem estrutura nos amistosos no interior
Estádio sem arquibancadas, time adversário sem médico e massagista, imprensa apertada na carroceria de um caminhão para cobrir o jogo. Parece até que estamos falando de uma pelada de final de semana, mas não é. Essa foi a realidade do Remo no desafio em Santo Antônio do Tauá, na região Nordeste do Estado.
O Remo, assim como na maioria dos lugares que visitou na pré-temporada, não tinha vestiário para que seus atletas se aprontassem para o jogo. Como se isso não bastasse, o jogo quase não teve segundo tempo por conta da bagunça envolvendo os árbitros. O suplício remista só vai terminar quando a bola rolar pelo Parazão do ano que vem.
“Faz parte. Temos que passar por esses momentos difíceis de cabeça erguida. Nossos torcedores estão do nosso lado, o que já é algo muito importante para quem pretende voltar a disputar um campeonato nacional em breve. Esse sofrimento logo vai acabar se fizermos por onde”, promete o zagueiro e capitão azulino, Pedro Paulo. Tomara mesmo.
O Remo, assim como na maioria dos lugares que visitou na pré-temporada, não tinha vestiário para que seus atletas se aprontassem para o jogo. Como se isso não bastasse, o jogo quase não teve segundo tempo por conta da bagunça envolvendo os árbitros. O suplício remista só vai terminar quando a bola rolar pelo Parazão do ano que vem.
“Faz parte. Temos que passar por esses momentos difíceis de cabeça erguida. Nossos torcedores estão do nosso lado, o que já é algo muito importante para quem pretende voltar a disputar um campeonato nacional em breve. Esse sofrimento logo vai acabar se fizermos por onde”, promete o zagueiro e capitão azulino, Pedro Paulo. Tomara mesmo.
Fonte: Diário do Pará
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