“Risadinha” só depende do chefe para jogar
O meio-campista Vélber, 30 anos, está sedento por voltar aos campos. O jogador está afastado há três semanas do elenco bicolor, recuperado-se de uma lesão no menisco do joelho direito, mas já está apto, pelo menos clinicamente, a mostrar o bom futebol que o fez um dos principais jogadores do Campeonato Paraense 2009. Mas a possibilidade de jogar a primeira partida da final da Taça Açaí, no domingo (3), contra o São Raimundo, está nas mãos do técnico do Papão, Édson Gaúcho.
Na noite da última terça-feira (28), foi feita uma reunião entre a diretoria, comissão técnica e os médicos do Papão para definir se o meia-atacante seria integrado ao restante do elenco que faz uma intertemporada em Barcarena. Mas a decisão tomada foi de que o “Risadinha” deveria ficar em Belém para recuperar o condicionamento físico.
“O Vélber está bem clinicamente. Temos ainda que saber como realmente está a sua situação fisiológica e física, para trabalharmos as suas potencialidades e assim estar apto a participar já da primeira partida da final do campeonato. É prematuro dizer se ele vai ou não jogar, isso quem diz é o treinador. O que vamos fazer é trabalhar essa parte física e até sábado saber se ele tem ou não possibilidade de atuar”, disse o fisiologista bicolor, Zé Carlos.
Na noite da última terça-feira (28), foi feita uma reunião entre a diretoria, comissão técnica e os médicos do Papão para definir se o meia-atacante seria integrado ao restante do elenco que faz uma intertemporada em Barcarena. Mas a decisão tomada foi de que o “Risadinha” deveria ficar em Belém para recuperar o condicionamento físico.
“O Vélber está bem clinicamente. Temos ainda que saber como realmente está a sua situação fisiológica e física, para trabalharmos as suas potencialidades e assim estar apto a participar já da primeira partida da final do campeonato. É prematuro dizer se ele vai ou não jogar, isso quem diz é o treinador. O que vamos fazer é trabalhar essa parte física e até sábado saber se ele tem ou não possibilidade de atuar”, disse o fisiologista bicolor, Zé Carlos.
Fonte: Diário do Pará
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