segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Mistério na toca alvinegra

O Alvinegro Santareno segue firme nos preparativos para enfrentar o Alvinegro Carioca, no jogo que talvez seja o mais importante da história do clube, na próxima quarta pela Copa do BR.

E se intenção é contrariar a lógica do favoritismo do Botafogo, e surpreender o visitante em casa, tudo é válido, até treino secreto.

Assim foi o treino do São Raimundo está manhã no Colosso do Tapajós, de portões fechados. O técnico Flávio Barros preferiu manter o mistério, e torcida e imprensa não poderam assistir ao streinos.

Agora a tarde, Barros comando o coletivo apronto em um campo fora da cidade.

Fernando Reis

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Barbieri e Sinomar não contam vantagem do 1º Re-Pa

Está certo que foi a primeira vez de Luiz Carlos Barbieri no clássico da Amazônia, enquanto para Sinomar Naves a experiência no clássico não vem de hoje. Apesar disso, o estilo de ambos no comando de suas equipes demonstrou a diferença de personalidades entre os treinadores de Paysandu e Remo: o visceral Barbieri e o contido Sinomar.

Quem assistiu aos trejeitos do treinador bicolor durante o jogo de ontem no Mangueirão, ficou com a impressão de que o técnico da seleção brasileira masculina de vôlei, Bernardinho, havia baixado em Barbieri.

O tempo todo em pé, perto da linha que identifica o espaço em que pode ficar, Barbieri não parava de gesticular e, aos gritos, repassava instruções aos seus ‘alunos’. E quando alguém não acertava o que ele havia ensinado, o treinador virava de costas e olhava para os demais integrantes da comissão técnica como quem diz: Foi assim que eu ensinei para eles?

Do outro lado do gramado, com a tranquilidade de um bom goiano, Sinomar Naves não se deixava abater pelos lances mais sérios do jogo, nem mesmo com a expulsão de Ramon, o que deixou sua equipe com um homem a menos, ainda no primeiro tempo. Chamar atenção? Só mesmo pela cor “laranja-cheguei” do colete que o comandante azulino trajava.

E foi assim, do alto de suas diferenças, que os dois técnicos duelaram no primeiro Re-Pa de 2010, mas com o mesmo objetivo: não decepcionar suas fanáticas e fiéis torcidas. Dessa vez, ninguém pode negar, o combate dos extremos terminou empatado... que venha o tira-teima.


Fonte: Diário do Pará

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Presidente assume o comando da tartaruga

O presidente do Clube Municipal de Ananindeua, Afonso Almeida, decidiu assumir o comando técnico da “Tartaruga”, após mais uma derrota da equipe no campeonato paraense de 2010. Na partida do último domingo, Afonso Almeida decidiu por demitir o então treinador Luis Oliveira logo após a derrota sofrida diante do Independente pelo placar de 3 a 1.

A intenção do presidente da tartaruga ao assumir o comando da equipe, é de “arrumar a casa”, reorganizar o departamento de futebol, aplicar punições a quem é devido, e para enfim poder ativar seu novo treinador que será Nildo Pereira, ex-Parauapebas.

Nildo se apresentará ainda nesta segunda-feira ao Ananindeua e estará acompanhando Afonso Almeida nos trabalhos diários de reformulação do elenco, visando a partida diante do São Raimundo marcada para o dia 17/02 (quarta-feira) em Santarém, pela quinta rodada. O confronto diante do Pantera Santareno, marcará a estréia de Nildo Pereira como novo técnico do Clube Municipal de Ananindeua.

Fonte: Rádio Clube Online

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Tarde de alívio para todos

Paysandu e Clube do Remo deixaram o campo do Mangueirão ontem à noite comemorando o empate em 1 a 1. No Re x Pa da queda de braço entre governo do estado e Ministério Público, vencido pelo primeiro, o Papão comemorou porque o time mostrou, finalmente, uma evolução em relação ao que começou o Campeonato Paraense de forma titubeante. Já o Leão, que não teve uma grande atuação, soube segurar o adversário quando esteve durante todo o segundo tempo com um homem a menos. Os azulinos se mantiveram na liderança da competição, com dez pontos. Os bicolores vêm logo em seguida com oito.

O clássico, de fato, começou bem antes de ontem. Durante a semana passada, o governo do Estado e o MP duelaram forças para que o Mangueirão fosse liberado. A despeito das orientações dos órgãos de segurança, a força política teve mais força e a partida foi realizada. O jogo, em si, foi como se esperava. Nervoso em alguns momentos, com poucas chances e gols decididos em pequenos detalhes.

No entanto, quem mais mostrou força foi mesmo a torcida. Não houve a presença que tradicionalmente se vê nos clássicos, mas 24 mil torcedores estiveram no estádio e mostraram que são eles a principal força do futebol paraense. Sábado de manhã, quando as negociações para a liberação do estádio estavam a todo vapor, bicolores e azulinos se amontoavam nas bilheterias de Curuzu e Baenão para comprar ingressos, mesmo sem a certeza de que haveria o clássico. Não fosse toda a confusão que envolveu a partida e o fato de que o Mangueirão não pôde ser liberado em sua totalidade, é provável que houvesse recorde de público em Belém.

Com a bola rolando, o que se viu foi algo que só um clássico pode explicar. Sem convencer até então, o Paysandu mostrou-se bem mais organizado. O Remo, que vinha sobrando na competição, talvez tenha se surpreendido com a postura do rival e demorou a se achar em campo. O Papão tinha maior posse de bola e marcava melhor os dois melhores jogadores do Leão, os meias Vélber e Gian, mas nenhuma das duas equipes conseguiam criar boas jogadas de ataque.

Foi aí que veio o lance capital do primeiro tempo. O volante Ramon, do Remo, recebeu o segundo cartão amarelo - com justiça -, foi expulso e, coincidência ou não, desencadeou os cinco melhores minutos da partida. Em seu lugar, entrou Marlon que, no primeiro lance, perdeu a bola no meio- campo e propiciou o ataque bicolor. O centroavante Luciano Dias recebeu na direita e cruzou para o atacante Moisés antecipar-se à zaga, escorar e abrir o placar.

No minuto seguinte, aos 46, o Remo deu a saída de bola e Gian e Vélber mostraram que bons jogadores, mesmo em dias não tão felizes, são decisivos. Gian recebeu no meio, defendeu-se da marcação e lançou Vélber na esquerda. Ele invadiu a área e tocou por cobertura na saída de Alexandre Fávaro para marcar um golaço.

Gol que contou com a providencial ajuda dos alviazuis, ainda mais preocupados em comemorar a abertura do placar. O preparador de goleiros do Remo, Afonso Ribeiro, encarou de forma peculiar o gol de empate e desmaiou em pleno gramado.

Em mais uma saída de bola, quase que o Paysandu dá o troco. O meia Sandro cruzou na área e Moisés subiu mais que a defesa para cabecear. A bola passou pelo goleiro Adriano e foi no travessão. Luciano Dias pegou o rebote e desperdiçou uma chance incrível.

No 2º tempo, o Papão foi sempre o senhor das ações e o Leão buscou os contra-ataques, mas um evidente desgaste de ambos os lados fez com que os cruzamentos para a área e os erros de passes fossem constantes. As duas equipes criaram apenas uma chance boa para cada lado. Aos 6 minutos, o meia Zeziel chutou na zaga e a bola sobrou para a virada do zagueiro Victor Hugo que Adriano defendeu de forma milagrosa. Aos 41, o atacante Héliton recebeu desmarcado dentro da área, mas isolou por cima da trave.

Fonte: Jornal Amazônia

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Em grande estilo

Na volta de Robinho ao Santos,o craque saiu do banco para marcar um belissimo gol de letra na vitória sobre o São Paulo.



Fernando Reis

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domingo, 7 de fevereiro de 2010

Termina RexPa

Final do "Clássico Rei da Amazônia". O jogo terminou empatado em Paysandu 1 x 1 Remo. O Papão saiu na frente com gol de Luciano Dias aos 45 minutos do 1º tempo, mas nem deu tempo para comemorar, no minuto seguinte o artilheiro do Parazão, Vélber empatou para o Leão.

Com o resultado, o Clube do Remo se mantém na ponta da tabela, com 10 pontos. O Paysandu retoma a vice liderança, perdida na manhã deste domingo para o Independete.

Confira classificação atualizada.

Fernando Reis

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Está dando empate no RExPA

Com 38 minutos do 2º tempo, Remo e Paysandu empatam em 1 a 1. O Leão teve um jogador expluso.

Fernando Reis

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